Ao abrir uma conta numa rede social da internet é indispensável o preenchimento do perfil. Perfil “é o conjunto dos traços do rosto de uma pessoa visto de lado. Ou, descrição em traços rápidos, retrato moral de uma pessoa.” No perfil nós revelamos quem somos, o que pensamos e até o que fazemos. As pessoas podem saber de nós tudo o que queremos que elas saibam.
Não é difícil encontrar em comentários na internet de que o cristianismo está com os dias contados; que os ensinamentos da Bíblia estão ultrapassados e que outras religiões são mais atraentes. E os cristãos, onde estão?
O perfil de um cristão nas redes sociais precisa contemplar, com muita clareza, a sua identificação como tal. Temos tantas coisas boas para compartilhar que precisamos ter cuidado pra não repassar aquilo que é diferente da nova natureza que está em nós. Os nossos amigos reais e virtuais precisam saber que somos seguidores de Cristo e porque o somos.
O Deus criador, que se revela na Bíblia, tão somente deseja o bem da sua criatura. As ordens do Pai celestial pedem atitudes de amor em relação a ele próprio e para com todas as pessoas. É por causa do desprezo à Palavra de Deus que o caos está se instalando nas escolas, nos órgãos públicos e entidades privadas.
Sendo autêntico, o cristão será honesto e caridoso com o seu semelhante. É disto que o mundo precisa. É com este perfil que podemos ter boas perspectivas de uma vida melhor em sociedade. Se você é cristão deixe isso bem claro na sua identificação. O salvador Jesus disse: “Vocês são a luz para o mundo. Não se pode esconder uma cidade construída sobre um monte. Ninguém acende uma lamparina para colocá-la debaixo de um cesto. Pelo contrário, ela é colocada no lugar próprio para que ilumine todos os que estão na casa. Assim também a luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu.” (Mateus 5.14-16). Que o nosso perfil de cristãos verdadeiros conduza muitas pessoas a louvarem a Deus pelo que dizemos e mostramos em fotos, vídeos ou depoimentos.
Pastor Fernando E. Graffunder
Três Vendas – Pelotas, RS.

Esta semana assisti ao filme 127 horas, baseado na história real de Aron Ralston, montanhista americano acostumado a aventuras, que em 2003 saiu sozinho, sem avisar ninguém e foi ao Parque Nacional dos Cânions, no Colorado. Depois de rodar quilômetros de carro, mais alguns de bicicleta, seguiu a pé filmando e registrando tudo. Seu drama começou quando explorava a abertura de uma garganta profunda e uma grande rocha escorregou e prendeu sua mão na estreita fenda. Experiente em escaladas, ele tentou de tudo para se soltar, mas não conseguiu. Depois de três dias, quando água e comida acabaram, agonizando entre vida e morte, decidiu com um canivete cego, cortar o braço que por 127 horas entre o acidente e socorro lhe manteve refém. "Eu fiz o que tinha que fazer", diria mais tarde.
Cem mil brasileiros morrem todo ano por acidente vascular cerebral, doença que é responsável por 40% das aposentadorias precoces. A própria Organização Mundial da Saúde alerta que em cada seis pessoas no mundo, uma sofrerá de AVC. Neste Domingo, o técnico Ricardo Gomes foi uma de suas vítimas durante partida de futebol. O nervosismo e a ansiedade para ganhar o jogo, e por tabela, a hipertensão, podem ter cooperado. Aliás, a ansiedade, o mal do século 21, tem sido uma das principais causas de derrame cerebral. Dias atrás o Globo Repórter tratou do crescente quadro da ansiedade em crianças e jovens, e revelou que o maior problema são os pais, que, além de negligentes e com dificuldades matrimoniais, são demasiadamente ansiosos. A reportagem lembrou que é difícil encontrar um adolescente que não se preocupe com a escola, com a família e com a aparência, o problema é quando a preocupação é exagerada.